{Historia} Lilya "Lya" Dragunova

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{Historia} Lilya "Lya" Dragunova

Mensagem por Solaria Magnum em Sex Jul 29, 2016 11:06 pm

Lírio Branco!

Nascida na prestigiada família Dragunov, Lilya parecia ter sido destinada a grandeza. Seus pais provinham de uma antiga linhagem de magos que, a gerações, morava na Rússia e a jovem nascera com o dom da magia, assim como todos seus ancestrais antes dela, e também era dona de uma beleza singular. Seus cabelos e olhos escuros possuíam toques arroxeados naturalmente, sua pele era clara e macia e não possuía nenhuma marca além de uma pequena e discreta cabeça de lobo branca em seu pulso direito que representava ser seu familiar. Seus olhos demonstravam constantemente uma calma e bondade profundas e as pessoas apegavam-se rápido aquela pequena criança de riso fácil, fazendo-a muito popular mesmo entre os criados da família e entre outras famílias.

Havia sido presenteada com habilidades no tão raro caminho da Metamagia, além de demonstrar aptidão para magias de Luz e em Humanos. Para a maioria dos magos das demais famílias, a jovem utilizava apenas os dois últimos caminhos para manter sua própria segurança. Durante os seus primeiros anos de treinos e estudos, Lilya foi ensinada não apenas sobre magia como também a arte da oratória, como controlar suas próprias emoções e foi aos poucos sendo introduzida na alta sociedade arcana, um vez que também era a herdeira de sua família e era de se esperar que tivesse habilidades politicas como conhecesse as pessoas certas. Mas, apesar de seu alto nascimento, trata a todos bem, mesmo aqueles que devem-lhe obediência. Para os pais e membros da família, a russa havia evidentemente nascido com um carisma natural intenso. Mas ela ser líder forte não era o suficiente para os seus pais.

Aos seus cinco anos, a garota fora prometida ao herdeiro da família Blackheart, uma poderosa família de magos ingleses. Não sabia muita coisa sobre seu noivo e não recordava-se de ter visto o homem anteriormente, porém sabia que ele era mais velho que ela e que esperariam ela completar seus quinze anos para realizarem o casamento. Sabia que aquele casório serviria para formar uma aliança entre as famílias, que tornariam-se uma a partir da união deles, e também uma maneira de preservar as linhagens arcanas das famílias, uma vez que existiam poucos magos vivos. Apenas cinco meses após o casamento ser combinado que a jovem pode conhecer seu noivo, uma lembrança que ainda hoje os dois guardam.




Era um belo dia de verão nas proximidades da cidade de Cambridge, lugar onde a mansão dos Blackheart ficava. A mansão ficava em uma área mais campestre da cidade e era uma construção antiga, apesar de extremamente bem preservada. Os jardins e terrenos eram extremamente bem cuidados, com uma impressionante variedade de flores e arvores - frutíferas e não frutíferas. Haviam sido recebidos pelos pais do noivo e foram com eles para a sala de estar, após largarem as bagagens no átrio para que os empregados levassem-as para o quarto. A pequena garota olhava o lugar parcialmente distraída e respondia as perguntas dos futuros sogros da melhor maneira que podia. Havia sido educada para se portar o melhor possível mesmo sendo uma criança e não iria trair a rígida educação que recebera por simples nervosismo ou ansiedade de sua parte: era uma maga e atual herdeira da prestigiada família Dragunova e deveria se portar como tal, especialmente quando sua família poderia sofrer as consequências de seu comportamento descrito por ela como infantil e indigno.

Fora na sala de estar, após longos minutos apenas na presença dos pais e futuros sogros, enquanto comia um pedaço de bolo de cenoura e tomava um pouco de chá que Lilya vira seu futuro amado pela primeira vez. O homem tinha os cabelos ruivos perfeitamente lisos e um pouco bagunçados, pele clara e olhos tão verdes quanto esmeraldas. Segundo haviam lhe contado, ele possuía dezoito anos e acabara de concluir o colegial e ingressara na faculdade que ficava na própria escola. A pequena morena se ergueu quando os apresentaram e sorriu, estendendo a mãozinha para ele. Haviam lhe dito para fazer aquilo... Mas não haviam incluído nas instruções - ou avisos - o rubor quando o rapaz se ajoelhou e beijou a mão dela. O rapaz perguntou se ela se incomodaria caso sentasse-se ao lado dela naquela tarde. A pequena criança concordou timidamente e foi com ele até o sofá, sentando-se ao lado do rapaz e olhando-o discretamente pelo canto dos olhos.

O restante daquela tarde passara depressa e logo o rapaz havia deixado a jovem a porta do quarto após o jantar, desejando-a uma bom descanso e uma boa noite. Nos dias que seguiram-se, os dois foram passando cada vez mais tempo juntos e confidenciando segredos um ao outro. Não que fossem tolos de confiar cegamente em alguém desconhecido, porém sabiam que a promessa de casamento não poderia ser desfeita e aqueles momentos juntos os auxiliariam a criarem confiança um no outro, a estarem preparados para enfrentar unidos o que quer que fosse acontecer. Quando os pais da jovem voltaram para Rússia, duas semanas depois, Lilya ficara como protegida na mansão: a família do noivo queria garantir de modo a ser também uma boa esposa para seu filho e acabara ficando acordado que parte do tempo ela ficaria com os próprios pais - que também poderiam visita-la quando quisessem, desde que avisassem com antecedência - e parte do tempo com os próprios pais e em parte destas vezes Johnny acompanhava a noiva para conhecer melhor a família dela e conhecer seus costumes.




A jovem fora matriculada na mesma instituição que seu noivo estudava e ambos tendiam a aproveitar o tempo juntos como podiam. Aos fins de semana, Johnny levava sua prometida para passear, tomar sorvete e fazer compras enquanto a pequena dava a ele desenhos e pequenos poemas que havia escrito para ele. Cada vez os dois iam ficando mais próximos e um doce sentimento nascia entre eles, tornando cada instante que passavam na companhia do outro especial. Quando passavam os fins de semana no apartamento que a família do rapaz possuía em Nova York, a russa muitas vezes adormecia na sala enquanto assistiam televisão ou quando estava esperando ele terminar a lição de casa, deitada na cama dele, e era levada nos braços para o quarto dela. A intimidade e sincronia dos dois crescia cada vez mais e quando mais o tempo passava, mais apaixonados ficavam. O que havia se iniciado como um noivado feito de politica havia se tornado um relacionamento amoroso baseado na confiança e carinho que ambos sentiam um pelo outro. A missão de separa-los tornava-se cada vez mais difícil.

Entretanto toda aquela proximidade e relação era sempre mantida oculta da escola. Lilya possuía, supostamente, parentes que moravam na cidade e iam busca-la na escola todos os fins de semana para passar com eles - o que claramente havia sido armado pelas famílias - enquanto na escola os dois evitavam se falar, olhar um para o outro e ter qualquer contato quando outras pessoas poderiam ver eles juntos. Quando o homem formou-se em historia e adentrou no corpo docente, no lugar de um professor que se aposentava, Lya tratou de se candidatar a Monitora da matéria, podendo passar um tempo a mais com ele com a desculpa que deveria dominar a matéria ao máximo. Em pouco tempo, a jovem demonstrou fluência em grego arcaico, egípcio e hebraico, além do já conhecido latim. Também havia se aprofundado nas religiões desses povos e daqueles que viviam ao redor, tal como nos povos nórdicos e sua religião. Seu conhecimento sobre a historia em geral também havia se demonstrado elevado, uma consequência direta dos seus esforços para manter o segredo combinado com os estudos constantes relacionados a magia que acabavam por entrar nos campos da teologia e história algumas vezes.




Aos seus treze anos a dama já era capaz de pregar peças nas pessoas, fazendo-as acreditar que tinham visto coisas que na realidade não estavam lá e também era capaz de desaparecer espontaneamente. A família de seu noivo havia descoberto também que a jovem era capaz de fazer reversões em magias arcanas após vê-las apenas uma vez e podia até mesmo dizer em detalhes como uma magia funcionava e o que fazia em detalhes. Lilya havia assumido para si a função de assistente pessoal de seu noivo, ajudando o homem em seus estudos, trabalho, treinos e, principalmente, a cuidar da família após a morte do pai do homem. Dada a condição dos dois, não haviam reclamações quanto ao auxilio que a jovem oferecia a ele apesar da juventude.

Nesse mesmo período, o irmão do homem acabara por ficar noivo de uma jovem já em idade para se casar de nome Celine e os preparativos do casamento estavam a mil por hora. Quando a futura nora da jovem chegara a casa, acabou por se encantar por Jonathan, dada a natureza carismática do homem, sua aparência melhor que a do irmão e também a influência que ele retinha, e acabara por desprezar Lilya, que julgava como sendo uma maga de família inferior que servia como empregada para os Blackheart. A principio, a russa tentou relevar e ignorar a maga, porém um belo dia a situação tornara-se insuportável e a paciência da pequena russa chegou ao limite.

Cansada da forma que a inglesa falava com ela e com as investidas constantes, a russa pedira ao noivo para dar um jeito naquilo.




Em uma noite chuvosa de sábado, o casal havia ido para o apartamento do homem e os dois estavam no quarto, conversando com a jovem acomodada nos braços dele e rindo das piadas e coisas que um contava para o outro. Lilyah já estava com seus catorze anos, quase em idade de se casar de acordo com as regras dos magos - no passado ela teria se casado com o noivo a sua primeira menstruação, com seus treze anos, porém esse hábito havia sido alterado a vários anos. A dama estava confortavelmente acomodada em seu colo com a cabeça apoiada no ombro dele enquanto ele afagava os cabelos da garota. Pela primeira vez em anos, o inglês percebeu que o corpo da jovem começava a assumir formas mais femininas. A cintura afinava um pouco, havia um aumento considerável nos quadris, os seios haviam começado a crescer e as coxas estavam mais torneadas. A donzela usava uma blusa de mangas razoavelmente justa e que descia até abaixo dos quadris com uma calça leg e botas sem salto, onde as últimas estavam jogadas no chão do quarto, próximas a cama.

- Lya... Não tenho certeza se é uma boa ideia ficarmos tão próximos assim. Talvez não seja a coisa mais... inteligente a se fazer.

- Por que, John? Sempre ficamos assim e nunca tivemos problemas. Alguma coisa lhe incomoda? Fiz algo de errado? Juro-te que não fiz por querer, pois nunca foi de minha intenção causar-te mal. E se algo incomoda-o farei o que puder para resolver isso e...

O homem tocou-lhe o lábio com o indicador direito e ergueu o queixo dela, olhando-a diretamente nos olhos. Havia a inocente incompreensão nos olhos da garota, o que talvez tornasse a situação ainda pior para o inglês. Jonathan sabia que era natural começar a ver a noiva como mulher em algum momento, mas não esperava que fosse acontecer de uma hora para a outra em um apartamento com os dois sozinhos e abraçados. Se descobrissem sobre o desejo por ela, temia que pudessem até mesmo mata-la ou expulsa-la da comunidade arcana.

- Não me fizeste nenhum mal, porém acabo de perceber que já lhe vejo como uma mulher e tenho consciência de seu corpo. Temo atentar contra vossa virtude e sabes bem o que pode acontecer se isso chegar aos ouvidos dos anciões.

A garota levou alguns segundos para entender o que ele queria dizer e sua face ruborizou. Mesmo compreendendo as palavras dele, não fez a menor menção de se afastar ou coisa parecida. Ao invés disso, tocou a face dele com a mão e inclinou-se para beijar os lábios dele, acabando por tocar os seios contra o corpo dele. O homem assustou-se com a atitude dela, entretanto percebeu-se retribuindo ao beijo alguns instantes após e envolvendo a cintura dela com o braço canhoto, puxando-a um pouco para si. Lilya tinha consciência que as tradições tornavam possíveis a anulação de um noivado ou casamento quando a mulher não era mais virgem. Mas mesmo se ela viesse a se deitar com o próprio noivo e os outros magos soubessem que o fizeram antes do casamento, iriam pedir o cancelamento, Lilya seria julgada e sua família cairia em desgraça. Jonathan ainda poderia intervir diante do Conselho e pedir por ela e a russa sabia que ele o faria. Mas aquilo significava que ele se colocaria em uma situação ruim e ela definitivamente não queria aquilo. A donzela afastou os lábios e deu um sorriso tímido nos lábios.

- Falta menos de um ano para nos casarmos, querido. Posso me deitar contigo e... escondemos isso dos outros. Quase não temos contato com outros magos aqui e quando estivermos nas casas de nossas famílias basta que nós não procuremos o outro para fazer isso. Mas enquanto estivermos aqui, posso me deitar em sua cama sempre que você quiser... Eu... Eu te amo.

Sua amada estava disposta a arriscar-se por ele. Se tornaria mulher antes da hora para deixa-lo feliz... O que ele fizera para merecer aquilo? Olhou-a nos olhos arroxeados dela, tocando a face com a mão destra e afagando-a, antes de levar as mãos aos cabelos da jovem e também fazer carinho neles. Sabia que Lilya estava acostumada com a vida de luxo e privilégios e aquilo terminaria se fossem pegos. Não corriam o risco apenas mediante a sociedade arcana, no entanto. Se os humanos comuns soubessem daquilo, acusariam-o de pedofilia e as famílias de sabe-se lá o que, por causa do noivado dos dois. Todavia, os sentimentos falavam mais alto. A russa estava ali no colo dele e acabara de oferecer a própria virtude em uma prova de confiança a ele. Recordou-se da promessa de amor incondicional que a maga havia lhe feito e na garantia dela de que confiava plenamente nele.

- Independente do que ti escolhas, eu continuarei te amando e lhe dando tudo o que posso do mesmo modo, Lilya. Mas preciso saber se é isso mesmo que tu desejas. Não irei te forçar a nada por mais que eu te queira.

- Eu quero me entregar a você, Johnny. Estou me oferecendo a você por livre e espontânea vontade. Não tenho medo de perder minhas regalias ou proteção caso recuse, querido.

Jonathan beijou-a nos lábios e deslizou a mão dos cabelos para as costas e quadril dela. Por sua vez, Lilya abraçou o pescoço do noivo e se ajeitou de modo a ficar com as pernas nas laterais do copo dele. O braço que anteriormente envolvia a cintura dela largou-a e a mão deslizou por sua coxa direita. A própria garota pressionou os seios ainda em crescimento contra o corpo dele. Seus dedos de uma mão envolveram-se nos cabelos dele e a outra mão acariciava suas costas. Pode perceber o começo de uma ereção nas calças dele e depois as mãos dele tirando sua blusa. Os olhos do inglês encontraram os seios da jovem, protegidos por um sutiã negro de renda. Suas mãos procuraram o fecho nas costas da jovem e removeu a peça, jogando-a para o chão antes de voltar suas mãos para onde queria. Tocou com delicadeza e calma, tomando cuidado para não machucar a garota. As pontas enrijeceram em seus dedos, o que causou um certo alivio nele: pelo menos sua noiva parecia bem receptiva a suas caricias. Enquanto ele brincava com os seios dela, a até então donzela começou a desabotoar a blusa dele, revelando aos poucos o peito e barriga definidos dele. Quando terminou de abrir os botões, se prolongou admirando e acariciando os músculos de seu abdômen antes de tirar a blusa dele.

Não houve muita cerimonia antes do tirar a calça e a peça intima da garota e a dama estava nervosa demais com sua primeira vez para pensar direito ao retirar o que restava da roupa dele. Era a primeira vez que se viam nus e a primeira vez que podiam tocar-se sem pudores. Lilya pegou a mão esquerda de Jonathan e levou até o meio de suas pernas, deixando-a em sua intimidade. Tocava a intimidade dela com extremo cuidado e percebera a umidade no lugar. Cuidou de estimular o clitóris da noiva enquanto ela começava a masturba-lo. Suas mãos macias envolviam o membro dele e moviam-se para incita-lo, com uma Lya olhando-o a procura de qualquer sinal de desagrado. As mãos estavam um pouco tremulas, ele havia notado, e atribuiu aquilo a insegurança e inexperiência da jovem. Ainda estimulando a intimidade dela, levou a outra mão a face da garota e se inclinou de modo a beija-la. Os lábios ficaram pouco tempo juntos - não mais que três ou quatro segundos - e o homem tirou a mão do meio das pernas dela. Delicadamente, tirou as mãos dela de seu membro e a trouxe um pouco mais para perto.

- Fique calma, meu amor. Iremos no seu ritmo e tomarei todo o cuidado para não te machucar. Prometo que tentarei te dar o máximo possível de prazer.

Enquanto falava, levou os lábios até o pescoço dela, beijando-o e depois desceu para o ombro esquerdo dela, beijando-o delicadamente. Enquanto isso, a dama se aproximou mais dele e o homem segurou seu membro viril, mantendo-o alinhado com a intimidade dela quando a garota se sentou sobre ele. A lubrificação natural da vagina facilitou a penetração, mas não diminuiu a dor do rompimento do hímen. Lilya gemeu, segurando os ombros dele com força. Jonathan ficou quieto, abraçando a cintura dela e afagando os cabelos. A russa sentia filetes de sangue lhe correndo pelas pernas e a sensação estranha de ter Johnny dentro de si.

- Isso doí um pouco, mas eu... Eu acho que gosto. Ser uma com você é... agradável. Me sinto bem. - Sussurrou, abraçando-o apertado. Os movimentos de sobe-e-desce demoraram a serem iniciados pela garota. O homem acariciou a coxa dela por fora, em uma vaga tentativa de consola-la. Não apenas a via como mulher agora, havia feito dela uma mulher.

- Paramos se a dor for muita, ok? Teremos tempo para tentar depois.

Ainda abraçando-o, a dama apoiou a cabeça entre o braço direito e o pescoço dele, continuando a se mover. Sentia os braços fortes do homem ao redor da cintura dela e as mãos firmes acariciando o corpo delicado da russa. O membro dele pulsava dentro da vagina da garota, que parecia comprimia ainda mais o pênis dele. Conforme a dor diminuía, Lilya se movia mais rápido e entregava-se mais aquele momento. Jonathan projetou o corpo para frente, deitando a garota na cama e ficando sobre ela. O braço afrouxou e ela olhou curiosa para ele, que deu um sorriso e continuou os movimentos. Os lábios dos dois tocaram-se e o homem puxou as pernas da jovem de modo a deixa-las na cintura dele, o que permitiu que os movimentos fossem ainda mais profundos. A mão canhota do homem ficou na coxa esquerda da maga, acariciando-a enquanto com a direita começou a massagear os seios dela.

- Eu te amo, minha linda. - Murmurou, mordendo o lábio da garota e depois descendo com beijos e mordidas leves para o pescoço. Lya arranhou as costas dele, arrepiando-se com os toques dele em seu pescoço. O momento de prazer chegou, apoderando-se dela e fazendo-a experimentar uma das melhores sensações da vida dela.

- Eu também te amo, meu anjo. Amo muito. - O homem continuou os movimentos, aumentando gradativa a velocidade. Por fim, deu uma última estocada na jovem e o sêmen do homem jorrou dentro da jovem, inundando o útero dela com a semente dele. Delicadamente, Jonathan tirou o membro dele de dentro de Lilya e se deitou ao lado da garota, puxando-a para perto de modo a mesma apoiar a cabeça em seu peitoral bem definido.

Os dedos da russa acariciavam o peitoral dele e seu abdômen minutos após o ato quando a ficha finalmente caiu. Jonathan havia deixado a semente dele dentro de seu útero e ela sabia que poderia acabar engravidando dele. Preocupada, ergueu parcialmente o corpo no cotovelo esquerdo e, ainda com a mão entre peito e barriga dele aberta e tocando a pele quente e suada do homem, falou.

- Jace... Acabei de me lembrar de uma coisa. É importante... Eu não... eu não... uso nenhum anticoncepcional. Não havia necessidade... E você... Gozou dentro de mim.

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Re: {Historia} Lilya "Lya" Dragunova

Mensagem por Solaria Magnum em Sex Ago 05, 2016 5:24 am

A sala comunal da Lufa-Lufa está localizada nos subsolos da escola, no mesmo corredor da cozinha. Sua entrada está em uma parede no corredor cheia de barris, onde, para entrar, o aluno precisa bater em um determinado barril "no ritmo de Hufflepuff" para que a tamba do barril revele a passagem para a sala. Caso o aluno bata fora do ritmo ou no barril incorreto, um barril estoura e encharca a pessoa em vinagre e esse método nunca falhou na historia de Hogwarts.



A sala comunal da Lufa-Lufa é acessível através de uma parede no mesmo corredor que leva às cozinhas. No corredor, o aluno encontra uma parede cheia de barris; para entrar, o aluno precisa bater em um certo barril "no ritmo de Hufflepuff" para que a tampa do barril se abra revelando a passagem para a sala. Se o aluno bater fora do ritmo, ou se bater no barril errado, um dos barris estoura e encharca o trapalhão (ou visitante indesejado) em vinagre. Esse método nunca falhou na história de Hogwarts. A sala comunal é um lugar muito aconchegante e convidativo. Várias faixas amarelas penduradas, poltronas largas, e pequenos túneis que levam aos dormitórios, cujas portas são perfeitamente redondas, como a tampa de um barril. É tido como a mais confortável dentre todas as salas comunais.
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Re: {Historia} Lilya "Lya" Dragunova

Mensagem por Solaria Magnum em Sab Ago 06, 2016 12:19 am

1 - "Não soube compreender coisa alguma! Devia tê-la julgado pelos atos, não pelas palavras. Ela me perfumava e me iluminava... Não devia jamais ter fugido. Deveria ter-lhe adivinhado a ternura por sob os seus pobres ardis. São tão contraditórias as flores! Mas eu era jovem demais para saber amar."



2 - "- Adeus.  - Disse ele a flor. Mas a flor não respondeu.

- Adeus. - Repetiu ele. A flor tossiu, mas não era por causa do resfriado.

- Fui uma tola. - Disse por fim. - Peço-te perdão. Trata de ser feliz.

A ausência de censuras o surpreendeu. Ficou parado, inteiramente sem jeito, com a redoma no ar. Não podia compreender essa calma doçura.

- É claro que te amo. - disse-lhe a flor. - Foi minha culpa que não soubeste de nada. Isso não tem importância. Foste tão tolo quanto eu. Trata de ser feliz... Mas pode deixar em paz a redoma, não preciso mais dela.

- Mas o vento...

- Não estou assim tão resfriada... O ar fresco da noite me fará bem. Eu sou uma flor.

- Mas os bichos...

- É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas! Do contrario, quem virá visitar-me? Tu estarás longe... Quanto aos bichos grandes, não tenho medo deles. Eu tenho minhas garras.

E ela mostrava ingenuamente seus quatro espinhos. Em seguida acrescentou:

- Não demores assim, que é exasperante. Tu decidiste partir. Vai-te embora!

Pois ela não queria que ele a visse chorar. Era uma flor muito orgulhosa..."



3 - "- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.

Foi o principezinho rever as rosas:

- Vós não sois absolutamente iguais a minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela agora é única no mundo.

E as rosas estavam desapontadas.

- Sois belas, mas vazias. - Disse ele ainda. - Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem duvida, um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém mais importante que vós todas, pois foi a ela que reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o para vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa."
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